{"id":1678,"date":"2016-01-20T09:44:43","date_gmt":"2016-01-20T09:44:43","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:82\/wordpress\/2016\/01\/20\/o-pedagio\/"},"modified":"2016-01-20T09:44:43","modified_gmt":"2016-01-20T09:44:43","slug":"o-pedagio","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/box5640.temp.domains\/~clickfoz\/o-pedagio\/","title":{"rendered":"O Ped&aacute;gio"},"content":{"rendered":"<p>\nO processo de implanta&ccedil;&atilde;o das concess&otilde;es do ped&aacute;gio no Paran&aacute; aconteceu em 1997. Logo a seguir, em 1998, as concession&aacute;rias iniciaram a cobran&ccedil;a e 6 (seis) meses depois, o Governo do Estado trocou investimentos previstos nos contratos de concess&atilde;o pela redu&ccedil;&atilde;o de 50% nas tarifas. Esta redu&ccedil;&atilde;o no valor do ped&aacute;gio em 1998 foi uma prova cabal de que a insatisfa&ccedil;&atilde;o da sociedade paranaense com os valores do ped&aacute;gio e com o tipo de concess&atilde;o vinha provocando desgaste pol&iacute;tico em &ldquo;ano eleitoral&rdquo;, com isso, o governo do estado optou por realizar a revis&atilde;o da tarifa.<\/p>\n<p>Depois desta primeira altera&ccedil;&atilde;o em 1998, repetiram-se outras acompanhadas de aditivos aos contratos nos anos de 2000, 2002, 2004, onde simplesmente e contra o interesse dos usu&aacute;rios das estradas, efetuaram revis&otilde;es tarif&aacute;rias, elimina&ccedil;&atilde;o e posterga&ccedil;&atilde;o de obras e de investimentos, trocando-se, inclusive, investimentos de uma mesma concession&aacute;ria de uma determinada regi&atilde;o por outra, apropriando-se de investimentos p&uacute;blicos regionais.<\/p>\n<p>O Oeste do Paran&aacute; foi &agrave; regi&atilde;o que sofreu os maiores preju&iacute;zos econ&ocirc;micos e sociais do Estado. Para duplicar a BR 277 no trecho entre Medianeira\/PR a Matel&acirc;ndia\/PR, dist&acirc;ncia de 17 km, obra com valor estimado de R$ 41,6 milh&otilde;es, a despeito de ser de responsabilidade inteira da concession&aacute;ria, houve a participa&ccedil;&atilde;o financeira da Sociedade que vai desembolsar 4,1% a mais durante 7 (sete) anos at&eacute; o final do Contrato nas pra&ccedil;as de ped&aacute;gio pr&oacute;ximas ao trecho duplicado.<\/p>\n<p>Devido &agrave;s j&aacute; referidas altera&ccedil;&otilde;es e aditivos contratuais, os valores arrecadados pelas concession&aacute;rias atualmente s&atilde;o direcionados para manuten&ccedil;&atilde;o e pequenas melhorias e n&atilde;o contemplam obras necess&aacute;rias para o desenvolvimento do Oeste e Sudoeste do Paran&aacute;.<\/p>\n<p>O jornal O Paran&aacute; da cidade de Cascavel e de grande circula&ccedil;&atilde;o no Oeste e Sudoeste do Paran&aacute; na edi&ccedil;&atilde;o do dia 23\/12\/2015, veiculou uma importante mat&eacute;ria sobre o fluxo de ve&iacute;culos entre as cidades de Foz do Igua&ccedil;u\/PR e Guarapuava\/PR na BR 277, no per&iacute;odo de 23\/12\/2015 e 04\/01\/2016. Segundo o jornal a estimativa da Concession&aacute;ria Ecocataratas que administra este trecho &eacute; de que, neste per&iacute;odo, haver&aacute; um aumento de 40% no fluxo de ve&iacute;culos leves e caminh&otilde;es no trecho de aproximadamente de 400 km o que representa a circula&ccedil;&atilde;o de 430 mil ve&iacute;culos entre 5 (cinco) pra&ccedil;as de cobran&ccedil;as de ped&aacute;gio.<\/p>\n<p>Neste trecho, hoje, cada propriet&aacute;rio de ve&iacute;culo leve gasta R$ 59,70 (cinquenta e nove reais e setenta centavos) e de caminh&otilde;es na propor&ccedil;&atilde;o de 30% e que em m&eacute;dia a tarifa chega a R$ 257,00 (duzentos e cinquenta e sete reais) por ve&iacute;culo, a arrecada&ccedil;&atilde;o da concession&aacute;ria ultrapassou a R$ 50 milh&otilde;es, neste per&iacute;odo de 23\/12\/2015 a 04\/01\/2016, ou seja, somente 13 (treze) dias de cobran&ccedil;a de Ped&aacute;gio e que o montante anual chegar&aacute; a R$ 600 milh&otilde;es.<\/p>\n<p>Ficam duas grandes quest&otilde;es: para onde vai todo esse dinheiro arrecadado? Por que, demora-se 24 meses para duplicar 17 km da BR-77 e ainda exige-se a participa&ccedil;&atilde;o da sociedade com aumento do valor do Ped&aacute;gio?<\/p>\n<p>O valor do ped&aacute;gio, cobrado no Rio Grande do Sul pela Concession&aacute;ria Rodovia Os&oacute;rio &ndash; Porto Alegre na Rodovia Free Way com 4 (quatro) pistas &eacute; de R$ 6,30 (seis reais e trinta centavos) para autom&oacute;veis. Em Santa Catarina a Concession&aacute;ria Autopista Litoral Sul S\/A com pista dupla o valor cobrado por autom&oacute;vel &eacute; de R$ 1,90 (hum real e noventa centavos). Em S&atilde;o Paulo a Concession&aacute;ria Autopista R&eacute;gis Bittencourt S\/A com pista dupla cobra R$ 2,50 (dois reais e cinquenta centavos), por autom&oacute;vel. No Paran&aacute; no trecho de Cascavel a Foz do Igua&ccedil;u onde h&aacute; duas pra&ccedil;as de ped&aacute;gio sendo que o maior trecho &eacute; em pista simples, o valor cobrado por autom&oacute;vel &eacute; de R$ 14,10 (quatorze reais e dez centavos) e R$ 10,80 (dez reais e oitenta centavos) respectivamente, m&eacute;dia de R$ 12,45 (doze reais e quarenta e cinco centavos), num trecho de 150 km.<\/p>\n<p>O Paran&aacute; &eacute; o 4&ordm; (quarto) estado na economia do Brasil. Como no restante do pa&iacute;s, o seu PIB est&aacute; alicer&ccedil;ado na Agricultura e na Pecu&aacute;ria. Pois no trecho mais sens&iacute;vel para estes setores, o de Foz do Igua&ccedil;u\/PR &agrave; Paranagu&aacute;, o valor do ped&aacute;gio, para os produtores de Milho impacta em 5% (cinco por cento) da produ&ccedil;&atilde;o e em 2% (dois por cento) para Produ&ccedil;&atilde;o de Soja.<\/p>\n<p>Considerando apenas o transporte de cargas e o valor pago nas 10 (dez) pra&ccedil;as de ped&aacute;gio, o propriet&aacute;rio de uma carreta simples de 5 (cinco) eixos com carga m&aacute;xima de 26 (vinte e seis) toneladas pagar&aacute; R$ 522,50 (quinhentos e vinte e dois reais e cinquenta centavos). Para os ve&iacute;culos bi-trem com 7 (sete) eixos com capacidade de carga de 36 toneladas o valor do ped&aacute;gio &eacute; de R$ 720,10 (setecentos e vinte reais e dez centavos). O custo m&eacute;dio por tonelada transportada do Oeste do Paran&aacute; ao Porto de Paranagu&aacute; &eacute; de R$ 20,00 (vinte reais), sendo que o valor total do frete no trecho &eacute; de R$ 90,00 (noventa reais).  Portanto, 22% do que o transportador receber pelo frete, deixar&aacute; nas pra&ccedil;as de ped&aacute;gio.<\/p>\n<p>Este &eacute; um dado que coloca a log&iacute;stica ao lado das incertezas pol&iacute;ticas e econ&ocirc;micas como os principais gargalos que fragilizam o agroneg&oacute;cio no Oeste e Sudoeste do Paran&aacute; e no Brasil. A economia da regi&atilde;o depende da BR 277 para escoamento da produ&ccedil;&atilde;o. E por isto nos perguntamos: como sermos competitivos com uma realidade destas?<\/p>\n<p>Ap&oacute;s quase duas d&eacute;cadas com bons pre&ccedil;os das commodities no mercado internacional, os Produtores Rurais suportaram o peso do ped&aacute;gio da BR 277, o principal corredor das exporta&ccedil;&otilde;es do Oeste e Sudoeste do Paran&aacute;. Hoje o cen&aacute;rio reverteu, os pre&ccedil;os das commodities em d&oacute;lar est&atilde;o em queda, al&eacute;m do que os custos de produ&ccedil;&atilde;o aumentaram 30% (trinta por cento) no &uacute;ltimo ano de 2015. Al&eacute;m disso, o Brasil voltar&aacute; a ter a concorr&ecirc;ncia da Argentina no mercado agr&iacute;cola, com as mudan&ccedil;as na politica daquele pa&iacute;s que devem melhorar o cen&aacute;rio do seu agroneg&oacute;cio e com uma log&iacute;stica bem mais eficiente do que a brasileira, onde o custo portu&aacute;rio tem um custo 50% (cinquenta por cento) inferior &agrave; brasileira, o transporte custa 60% (sessenta por cento) menos que o brasileiro e o custo de produ&ccedil;&atilde;o entre 30% (trinta por cento) e 40% (quarenta por cento) menos que o brasileiro.<\/p>\n<p>Al&eacute;m do alto custo do ped&aacute;gio e falta de transpar&ecirc;ncia na presta&ccedil;&atilde;o de contas, a sociedade precisa de a&ccedil;&otilde;es mais efetivas. Quando da implanta&ccedil;&atilde;o dos ped&aacute;gios, em 1997, as empresas e a sociedade nada puderam fazer. O Contrato j&aacute; articulado veio pronto e t&atilde;o violento que perdurou somente 180 (cento e oitenta) dias. Ent&atilde;o para salvar os interesses de grupos econ&ocirc;micos e pol&iacute;ticos, foi reduzida a cobran&ccedil;a em 50% (cinquenta por cento), mas, sem se considerar o interesse de quem produz.<\/p>\n<p>Por mais agudas que sejam as consequ&ecirc;ncias, para os pr&oacute;ximos 4 (quatro) anos a ofensiva dos Produtores Rurais do Oeste e Sudoeste do Paran&aacute; deve ser mais intenso e forte que o sofrimento de mais 25 ou 30 anos. D&ecirc; um lado est&aacute; o problema econ&ocirc;mico dos Produtores Rurais e os outros setores da economia e do outro lado, as maiores empresas privadas que se apossaram do patrim&ocirc;nio p&uacute;blico e n&atilde;o querem prestar contas e nem entregar a concess&atilde;o no final do contrato, previsto para 2021.<\/p>\n<p>Frente &agrave; postura de determinadas institui&ccedil;&otilde;es e l&iacute;deres que defendem outras Regi&otilde;es do Estado e que se aliam a grupos pol&iacute;ticos com claras inten&ccedil;&otilde;es e planos de apoio &agrave; prorroga&ccedil;&atilde;o de contratos, sem sequer saber da presta&ccedil;&atilde;o de contas da arrecada&ccedil;&atilde;o e para onde foram os bilh&otilde;es de reais arrecadados desde 1998 at&eacute; o ano de 2015, entendemos que &eacute; na justi&ccedil;a que buscaremos a melhor forma de reparam as injusti&ccedil;as e trazer as coisas &agrave;s claras.<\/p>\n<p>O Governo Federal sem recursos financeiros para investimentos v&ecirc; na possibilidade de prorroga&ccedil;&atilde;o de contrato uma oportunidade de realizar obras e ainda colocar dinheiro em caixa, a custo dos Produtores Rurais e da Sociedade que hoje n&atilde;o suportam o valor do ped&aacute;gio.<\/p>\n<p>Com o plano de prorroga&ccedil;&atilde;o dos Contratos, muito bem encaminhado em n&iacute;vel de Governo Federal que adere a proposta de prorroga&ccedil;&atilde;o em troca de obras que deveriam ser feitas e n&atilde;o foram desconhecendo os efeitos nocivos &agrave; economia do Oeste e Sudoeste do Paran&aacute; est&aacute; expl&iacute;cita a oportunidade das concession&aacute;rias serem liberadas da presta&ccedil;&atilde;o de contas &agrave; sociedade no que se refere &agrave;s fortunas arrecadadas nos 18 (dezoito) anos de cobran&ccedil;a de ped&aacute;gio, sendo que os novos n&uacute;meros n&atilde;o revelar&atilde;o o passado. A sociedade precisa conhec&ecirc;-los. De quanto foi? Onde foram aplicados? N&atilde;o se trata de concess&atilde;o p&uacute;blica?<\/p>\n<p>A sociedade organizada e as pessoas de bom senso, sem interesses escusos alertam os seus representantes, principalmente com cadeiras nos parlamentos a necessidade de n&atilde;o compactuarem com essa renova&ccedil;&atilde;o, sem a devida presta&ccedil;&atilde;o de contas e sem licita&ccedil;&otilde;es claras e com a devida audi&ecirc;ncia p&uacute;blica. A sociedade Paranaense tem o direito de ver presta&ccedil;&atilde;o de contas das concession&aacute;rias, principalmente, do longo de vig&ecirc;ncia dos Contratos de concess&atilde;o. Quais e como foram feitas as altera&ccedil;&otilde;es e aditivos? Quais foram &agrave;s justificativas para tais atos?<\/p>\n<p>Um pa&iacute;s como o Brasil para ser forte e respeitado precisa de autoridades, empres&aacute;rios e empresas concession&aacute;rias respons&aacute;veis e transparentes em seus atos. A arrecada&ccedil;&atilde;o das concession&aacute;rias das Rodovias do Paran&aacute; precisa ser mostrada &agrave; sociedade, e a presta&ccedil;&atilde;o de contas &eacute; um ato de respeito aos Paranaenses que constroem este Estado.<\/p>\n<p>Os Contratos das concession&aacute;rias foi desiquilibrados e mostram os n&uacute;meros do desequilibro. O povo Paranaense tem o direito de saber onde est&aacute; o desequil&iacute;brio e quem s&atilde;o os respons&aacute;veis pelos equ&iacute;vocos e pelo jogo de interesses.<\/p>\n<p>As concession&aacute;rias n&atilde;o podem ignorar o desejo de esclarecimento da sociedade e de forma volunt&aacute;ria poderiam prestar contas da arrecada&ccedil;&atilde;o e dos investimentos realizados. Isso &eacute; o m&iacute;nimo de aten&ccedil;&atilde;o que devem ao verdadeiro trabalhador e cidad&atilde;o Paranaense.<\/p>\n<p>A prorroga&ccedil;&atilde;o dos contratos, sem licita&ccedil;&atilde;o e sem a oportunidade de mais empresas participarem do processo &eacute; um retrocesso para a economia do Estado do Paran&aacute;. Demonstra a falta de interesse do Governo Federal em uma nova licita&ccedil;&atilde;o e em reconhecer as dificuldades de avan&ccedil;o para um novo modelo de licita&ccedil;&atilde;o onde a sociedade tenha um pre&ccedil;o justo para o ped&aacute;gio.<\/p>\n<p>As raz&otilde;es para a prorroga&ccedil;&atilde;o s&atilde;o desconhecidas, mas o que se espera de um Governo s&atilde;o inciativas que preservem o interesse da sociedade e n&atilde;o somente o interesse das concession&aacute;rias, de alguns pol&iacute;ticos e de grupos de interesses escusos.<\/p>\n<p>N&atilde;o &eacute; interesse de parte do Governo Federal e de alguns pol&iacute;ticos que a ideia de uma nova licita&ccedil;&atilde;o avance e que a sociedade participe dessas discuss&otilde;es atrav&eacute;s de v&aacute;rias audi&ecirc;ncias p&uacute;blicas. Pol&iacute;ticas equivocadas jogam contra a economia e os interesses do cidad&atilde;o do Paran&aacute; e caminhamos para mais 25 anos de retrocesso log&iacute;stico, como vem acontecendo desde 1997 em que o valor cobrado pelo ped&aacute;gio vale muito mais que uma simples manuten&ccedil;&atilde;o de rodovias.<\/p>\n<p>O agroneg&oacute;cio do Oeste do Paran&aacute; tem a necessidade de transportar 3 (tr&ecirc;s) milh&otilde;es de toneladas de gr&atilde;os, carnes e outros produtos para o Porto de Paranagu&aacute;. A log&iacute;stica Ferrovi&aacute;ria disponibiliza somente 600 mil toneladas e o restante 2,4 milh&otilde;es de toneladas s&atilde;o transportadas por Rodovias. Isto representa 60 a 80 mil viagens de caminh&otilde;es. Somente o ped&aacute;gio custa para a regi&atilde;o Oeste R$ 50 milh&otilde;es no sentido Oeste ao Porto e se considerarmos o retorno e as necessidades de insumos que vem para o Oeste ser&atilde;o mais R$ 50 milh&otilde;es. Em resumo somente os Produtores Rurais gastam com o ped&aacute;gio o valor de aproximadamente R$ 100 milh&otilde;es.<\/p>\n<p>A unifica&ccedil;&atilde;o log&iacute;stica e falta de alternativas mais econ&ocirc;micas est&atilde;o causando um gargalo aos Produtores Rurais e as Cooperativas e as Agroind&uacute;strias que t&ecirc;m excelentes condi&ccedil;&otilde;es de crescimento, mas, perdem competitividade e veem enfraquecida a cadeia do agroneg&oacute;cio.<\/p>\n<p>As perspectivas de crescimento do Oeste e do Sudoeste do Paran&aacute; correm um s&eacute;rio risco de estagna&ccedil;&atilde;o se n&atilde;o melhorar a infraestrutura que garante a produ&ccedil;&atilde;o e a comercializa&ccedil;&atilde;o de nossos produtos e a efici&ecirc;ncia da log&iacute;stica de suporte.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O processo de implanta&ccedil;&atilde;o das concess&otilde;es do ped&aacute;gio no Paran&aacute; aconteceu em 1997. 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