| Foto: Carlos da Silva Gonçalves |
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| Trabalhadores estão em frente a Itaipu Binacional |
Por este motivo, todas as visitas ao complexo de Itaipu (Usina, Refúgio Biológico, Porto Kattamaram, entre outras), estão suspensas nesta quarta-feira, 16.
Os trabalhadores brasileiros não concordam com a implantação da nova tabela salarial da empresa e exigem paridade com os empregados paraguaios. Segundo os sindicatos, a diferença entre o menor e o maior contra-cheque do Brasil é de cerca de 18 vezes. Já do lado vizinho, este número cai para 12. "Fizemos uma assembleia na última quinta-feira, 10, e a votação foi unânime pela paralisação", disse o presidente do Sindicato dos Eletricitários de Foz do Iguaçu, Assis Paulo Fepp.
| Foto: Carlos da Silva Gonçalves |
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| Funcionários pedem paridade salarial com o lado paraguaio |
Cerca de 600 funcionários estão acampados em frente à hidrelétrica, para evitar que outros trabalhares entrem para exercer suas funções. Os grevistas fecharam o portão de acesso a usina. Estudantes e funcionários do Parque Tecnológico de Itaipu (PTI), também não conseguiram acesso hoje pela manhã.
| Foto: Carlos da Silva Gonçalves |
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| Estudantes não conseguiram entrar na Usina nesta quarta-feira, 16 |
Apesar da paralisação, a Itaipu disse em nota que os trabalhos essenciais continuam. "A Diretoria de Itaipu mantém a sua decisão de implantar a nova tabela salarial, mas reconhece e respeita o direito de greve, assegurado pela Constituição Federal e previsto na Lei 7.783/89. Nos termos dessa Lei, a produção e a distribuição de energia elétrica são consideradas atividades essenciais que devem ser garantidas, com equipes de empregados responsáveis para evitar que a paralisação resulte em prejuízos irreparáveis para a empresa e para a sociedade", disse.





