Uma iniciativa dos vereadores Valdir de Souza Maninho (PMDB), Gessani da Silva (PP) e outros, propõe a proibição de comercialização e uso das chamadas “pulseiras do sexo” nas instituições da rede municipal de ensino e nas particulares da cidade. O projeto ainda deve passar pelas Comissões, que têm o prazo de 15 dias cada, para a análise, antes de entrar em votação.
Comum entre os jovens na Europa, os acessórios chegaram ao Brasil e logo viraram moda. Usados em forma de jogo de conotação sexual, vêm causando polêmica em todo o país. A “brincadeira” funciona quando alguém arrebenta uma pulseira de outra pessoa. Cada cor contém um significado, que varia de carinho até ato sexual. Quem teve o adereço arrebentado tem a “obrigação” de cumprir a tarefa correspondente. Alguns casos de estupro devido ao uso das pulseiras assustaram pais, educadores e adolescentes. Por isso, a medida tomada em algumas cidades em São Paulo, Rio de Janeiro, Amazonas, Mato Grosso do Sul e Santa Catarina foi a criação de projetos de Lei que proíbem os acessórios. No Paraná, municípios como Curitiba, Maringá e Londrina também aderiram à proibição.

Ordem do Dia – Foi aprovado, com votos contrários dos vereadores Edílio Dall’Agnol (PSB), Hermógenes de Oliveira (PMDB) e Sérgio Beltrame (PMDB), o Requerimento dos vereadores Gessani e Luiz Queiroga (DEM) que propõe a suspensão das Câmaras Itinerantes em ano eleitoral.
O veto ao Projeto de Carlos Juliano Budel (PSDB) que propunha a disponibilização de materiais de primeiros socorros nos canteiros de obras, construções e reformas, foi mantido. A votação dos Requerimentos que abriria duas Comissões de Inquérito na Câmara de Foz do Iguaçu foi adiada, a pedido de Vistas.
Uma manifestação estudantil, organizado pela UPE (União Paranaense dos Estudantes) e UPES (União Paranaense dos Estudantes Secundaristas) marcou a Sessão. Em frente à Câmara e, posteriormente, dentro do Plenário, com faixas, apitos e bandeiras, o protesto foi em prol do Movimento “Caça-fantasmas”, desencadeado a partir das denúncias de corrupção na Assembléia Legislativa do Paraná. Os manifestantes pediram a transparência nos poderes Executivo e Legislativo de Foz do Iguaçu, através de informações do número de assessores, funções, salários, entre outros.
O Legislativo divulgou em abril uma lista com o nome de todos os funcionários concursados e nomeados. Tais dados estão disponíveis no site da Câmara Municipal desde abril.


