| Foto: Clickfoz – Augusto Conter |
| Robson esteve na redação do Clickfoz para a entrevista |
Na sexta-feira (3) e no sábado (4), o ultramaratonista Robson Douglas, 33 anos, correu os 144 quilômetros de distancia que separam Foz do Iguaçu a Cascavel, pela BR-277. A façanha foi em prol da duplicação do trecho de 85 quilômetros entre Medianeira e Cascavel.
O desafio faz parte do movimento “Duplicação pela Vida”. À distância percorrida é equivalente a quase quatro maratonas e foi dividida em dois dias. No primeiro, Robson saiu de Foz do Iguaçu 9h40 e chegou em Medianeira às 17h10 para encontrar com militantes do movimento e receber uma menção de aplauso da Câmera de vereadores de Cascavel.
No dia seguinte, sábado (4), Robson saiu às 8h e encontrou muitas dificuldades no trajeto. “Quando tem terceira pista não tem acostamento, que era por onde o carro de apoio trafegava. Ai minha alimentação não pode ocorrer a cada 20 minutos, como deveria”, explica o atleta que recebeu ajuda de uma equipe de médicos e nutricionista que o acompanhavam em uma van na maior parte do caminho.
Para Robson, o exercício valeu à pena. “Durante o trajeto teve pessoas que perderam a família na estrada e vinham me oferecer frutas. Eles eram solidários, buzinavam, passavam bem devagar para me cumprimentar. Por conta disso eu quase não senti cansaço”, disse o maratonista. A corrida era pra ter ocorrido já no dia 27 de Agosto, mas foi remanejada por preferência da organização. A chegada em Cascavel foi às 18h40.
| Foto: Marcos Labanca |
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| Robson Douglas ainda no trecho Foz do Iguaçu/Medianeira da BR-277 |
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Na segunda-feira (6), Robson andava bem devagar para se recuperar do esforço. O atleta está satisfeito do resultado, mas afirma que muitos duvidam que a atividade tenha retorno concreto “Vi nos olhos das pessoas que acompanharam minha trajetória um pouco de falta de esperança no que eu fazia. Como se dissessem: ‘você esta correndo o dia inteiro, não faça isso. Nunca deram atenção pra gente e não é agora que vão dar’, mas eu discordo”, afirma o corredor que disse que a corrida serve, sim, para que pessoas que não estavam envolvidas olhem para a causa e aquelas que não davam importância dêem uma segunda olhada com mais atenção, concluiu.
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