Entrevista marcada para a tarde que antecedia a noite de autógrafos do lançamento do primeiro livro de Medina, Pedrarias. O lançamento aconteceu na Fundação Cultural com a presença de amigos e fãs do escritor.
Por volta das 15h nos encontramos com ele na escola de teatro Lupah! e de lá seguimos até o lugar onde ele achava melhor fazer a entrevista. Uma luz branda e ambiente aconchegante com alguns quadros na parede. Sentei e esperei por ele que havia subido pegar um exemplar de Pedrarias para me mostrar.
Fiquei orgulhosa, afinal, estava vendo antes de todo mundo em Foz do Iguaçu. Inevitável perguntar o significado do nome. “Pedrarias é uma brincadeira com as palavras posso te explicar o mesmo título com três sentidos diferentes”.
Sempre descontraído e prestativo, a conversa fluiu facilmente. Medina é uma daquelas pessoas que quando a gente senta e conversa por 30 minutos parece que está dois anos mais inteligente. Não tem como explicar, ele simplesmente sabe e brinca de saber.
Apto a escrever contos, crônicas e textos para teatro, Medina precisava de um novo desafio. Foi então que decidiu lançar seu primeiro livro em poesias. “O que eu precisava dizer não poderia ser em prosa, só a poesia poderia explicar”.
Veja a entrevista com o escritor:
O escritor que desafia a si mesmo e a seu talento, se inspira nos grandes clássicos. “Não sabe o que ler? Beba dos clássicos e nunca voltarás vazio”. Um eterno apaixonado pelos sonetos de Luiz Vaz de Camões e William Shakespeare. Mas lê muito Manuel de Barros e Armindo Trevisan.
Além de escritor, e agora poeta, Medina é professor de literatura e língua Inglesa e Francesa. Apesar de ser formado em Letras, é essencialmente autodidata, afirma que isto é um ato de rebeldia “não sei ser orientado (risos)”. Atualmente trabalha também como professor de Escrita Criativa na Palavraria em Porto Alegre – cidade onde vive – e consultor e editor na Redes Editora.
Medina não tem família em Foz do Iguaçu, mas ainda assim escolheu a cidade para lançar seu livro. “O que me aproxima de Foz é o lado artístico das pessoas. A cidade é muito maior do que se imagina, pena que ainda pensa muito pequeno”.
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