A última Câmara Itinerante deste ano foi realizada na terça-feira (29) na Escola Municipal Júlio Pasa, região da Vila Maracanã. Estavam presentes o presidente da Câmara Municipal, Carlos Juliano Budel (PSDB), e os vereadores Hermógenes de Oliveira (PMDB), Luis Queiroga (DEM), Edson Narizão (DEM) e Sérgio Beltrame (PMDB).
As maiores reclamações da população foram à falta de iluminação pública, pouca sinalização nas ruas e, principalmente, a Saúde Pública, pois a região não conta com nenhum posto de atendimento. “Nós queremos a parceria de vocês nesta luta por conseguir um Posto de Saúde na região”, pediu a presidente do bairro, Aparecida Mendes. A moradora Teófila Gonçalves lembrou que a solicitação de construção dessa unidade já foi aprovada tanto em conferência municipal quanto em estadual.
Sinalização – São ruas sem placas, sem faixas, sem redutores de velocidade e sem semáforos. “Vamos fazer uma manifestação caso mais um acidente ocorra por aqui”, avisou a vice-presidente do bairro, Maria Elvira. Para o morador Luiz Gonzaga, a questão poderia ser resolvida com a simples instalação de semáforos ou redutores de velocidade em pontos estratégicos.
O diretor do Colégio Estadual Presidente Castelo Branco, Carlos Taborda, também falou sobre o tema e afirmou que se outro aluno da instituição que representa sofrer algum acidente a responsabilidade será do prefeito municipal. “Já cansamos de pedir sinalização próximo ao Colégio”. Outra questão levantada pelo diretor é o fato de haver bares próximos ao Colégio. “Já existem leis contra isso, mas ninguém toma uma atitude”.
Iluminação pública – Também não está deixando os moradores satisfeitos. Segundo eles, as árvores acabam obstruindo a passagem da luz dos postes e o órgão responsável não realiza as podas. “Encontramos dificuldade em sair daqui e ir à prefeitura protocolar o pedido, sem contar que demoram em atender. Podiam ao menos disponibilizar um telefone para não termos que ir lá todas às vezes”.
Boicy – A população que mora próxima ao rio Boicy reivindicou a regularização das moradias. “Nós queremos pagar impostos, mas para isso precisamos da documentação dos nossos lotes. Esperamos há 24 anos”, disse Irma Roberts.