De acordo com Alceu de Freitas, técnico-administrativo e coordenador do Comando de Greve, durante as assembleias realizadas na manhã dessa quarta-feira (19), nos campi das instituições, os servidores recusaram a proposta apresentada pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (SETI).
Para piorar a situação, o chefe da Casa Civil, Luiz Eduardo Sebastiani, que iria se reunir hoje com os reitores das universidades estaduais em Curitiba, cancelou o compromisso. “Ele alegou que não poderia passar por cima da autoridade do secretário Alípio Leal, que está retornando de Foz do Iguaçu para a capital”, destacou Freitas.
Com a situação, os representantes da greve da Unioeste/Foz começam a repensar na suspensão do calendário acadêmico. Amanhã, a categoria deve começar a recolher assinaturas dos conselheiros para reunião do Conselho Universitário (COU), que deve ser realizada na próxima terça-feira (25).
A suspensão do calendário é uma forma de garantir que nenhum acadêmico seja prejudicado com a greve, já que ainda existem casos isolados de professores que seguem dando aulas em alguns campi. A suspensão impede que as notas sejam lançadas e evita a reprovação dos estudantes que não comparecerem às aulas.


