Moradores que poluem o Monjolo serão identificados e multados

Representantes da Secretaria Municipal do Meio Ambiente, da Vigilância Sanitária, do Exército, e técnicos da Sanepar em Foz do Iguaçu, participaram na manhã desta quarta-feira (4), de uma reunião na Câmara de Vereadores. A iniciativa do encontro foi do vereador Carlos Budel que sugeriu a formação de um grupo de proteção ao Rio que corta a cidade e em alguns pontos é canalizado.

Na última vistoria realizada nas tubulações, foram encontradas 24 ligações clandestinas de esgoto, poluição jogada diretamente nas águas pluviais. Nesse dia, ficou definido que o IAP, a Vigilância Sanitária e a Secretaria Municipal do Meio Ambiente, seriam responsáveis pela fiscalização e notificação dos moradores que cometem esse tipo de crime ambiental. Nesta quarta, durante a reunião, o grupo criou o Comitê Gestor para regulamentar as ações.

A idéia é traçar um plano de educação ambiental e definir as formas de fiscalização. O primeiro passo será conscientizar os moradores por meio de Cartilhas informativas, que serão distribuídas pela Sanepar. Depois do alerta, quando identificada alguma irregularidade nas ligações de esgoto, a companhia vai notificar os moradores através da conta de água. Os infratores terão prazo de 30 dias para se adequar a lei, se isso não acontecer, o caso será encaminhado ao ministério público. Os canos clandestinos serão fechados com um “plug” fornecido pela Sanepar. As pessoas que ignorarem a multa e insistirem na poluição do rio, terão de acertar as contas com o município. O valor será cobrado no carnê do IPTU.

 

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