Eventos – Com um trabalho focado na pesquisa e, principalmente, no relacionamento, o departamento de Eventos do Iguassu CVB ultrapassou a meta que era de 30 captações em 2015 e fechou o ano com 34. Essas captações se unem a uma lista com outros 57 eventos com o apoio da entidade.
Programados para acontecer até 2019, somente os captados irão movimentar em Foz do Iguaçu cerca de 100 mil room nights (hospedagens) – sem contar os acompanhantes que, geralmente, não são contabilizados pelos organizadores dos eventos. Um impacto econômico que ultrapassa os R$43 milhões.
Na somatória entre os eventos captados e apoiados, que foram realizados durante o ano de 2015, tem-se um impacto de aproximadamente 200 mil room nights, com uma injeção na economia local de aproximadamente R$86 milhões. “O trabalho é sempre a médio e longo prazo. Basta analisar os números apenas de 2015, onde foram realizados em Foz do Iguaçu 46 eventos apoiados e captados pelo Iguassu CVB. A maioria desses eventos foram captados há anos e apresentaram seus resultados para o Destino agora. Para se ter ideia da importância, esses 46 eventos, trouxeram para a região mais de 54 mil pessoas. Não é preciso ser expert para perceber a relevância desses números”, explica Basileu Tavares, Diretor Executivo da entidade.

Visitors – Já no departamento de Visitors, as ações em 2015 ficaram voltadas à capacitação. Durante o ano, um trabalho constante capacitou quase quatro mil profissionais.
Dever cumprido – Fernando Martin, presidente que encerrou seu mandato à frente do Iguassu CVB em dezembro, avaliou que a sensação de dever cumprido só foi suplantada pelo desejo de um ano de 2016 ainda mais positivo. “O novo presidente (Altino Voltolini) assumiu em janeiro uma casa arrumada, a todo vapor. Terá muito trabalho, mas pode ter a certeza que já assumirá com as engrenagens em plena atividade e prontas para mais desafios. E os nossos números de 2015 apresentam isso.”
2016 – O atual Presidente do Iguassu CVB, Altino Voltolini, aposta na união para ampliar os resultados. “Não faremos nada sozinhos. Precisamos e convocamos todos os nossos associados para um trabalho em prol da coletividade. Vimos esses passos nas gestões anteriores e queremos aproveitar o que até aqui adquirimos de experiência para melhorar ainda mais esse trabalho. Esperamos momentos difíceis por conta da situação política e financeira do país, mas isso não será desculpa para que nosso trabalho não aconteça.”


