Facebook e Twitter auxiliando em discussões positivas

Na quarta-feira (4), o colunista Luiz Henrique Dias promoveu uma grande discussão, quando comentou sobre as “placas nas esquinas” de Foz do Iguaçu. “Enquanto todas as cidades do Brasil estão levando a sério um projeto de despoluição visual, Foz do Iguaçu, nossa cidade, nossa querida cidade, autoriza a ocupação do espaço público para fins privados”, escreveu Dias.

Logo após a matéria ser compartilhada no Facebook, moradores de Foz do Iguaçu, um tanto quanto, indignados com a situação começaram a discutir sobre o assunto. O link teve mais de 30 comentários e outras 16 pessoas curtiram a matéria.
 

Rafael Guimarães reclamou: “Essas placas nas esquinas são desnecessárias, o visual fica horrível”. Mayara Godoy comentou também sobre o trânsito: “Pra mim, isso é só a ponta do iceberg. O trânsito em Foz é uma porcaria por diversos outros motivos. O fluxo é mal planejado, as ruas são péssimas, a sinalização, nem se fala”. Aline Aguayo revelou: “Detesto essas plaquinhas. Parece que foram feitas pra amarrar cavalos, e de ‘proteção’ não tem nada (só a cara de pau de quem diz que é). É uma poluição visual terrível!”. Paulo Angeli foi mais longe: “Estas placas deveriam ser instaladas dentro da casa do irresponsavel que as autorizou!!”

O advogado Allan Weston Wanderley citou um artigo do Código Brasileiro de Trânsito em seu comentário: “Art. 83. A afixação de publicidade ou de quaisquer legendas ou símbolos ao longo das vias condiciona-se à prévia aprovação do órgão ou entidade com circunscrição sobre a via. (Leia-se Foztrans)”.

Com esse exemplo, de que a população interage com assuntos que são pertinentes a ela, fica no ar a questão: “Por que o poder executivo não realiza mais discussões com a sociedade para obter dela uma resposta democrática para avaliação dos problemas sociais?”.

Larissa Mantovani, com o último comentário da matéria resumiu bem: “ Gostei de ver que o Facebook pode ser um espaço para discussões sérias e com pessoas bem responsáveis esclarecendo a todos!”. O Facebook  e Twitter são espaços onde as pessoas compartilham ideias e projetos, mas nas reuniões e audiências isso também acontece, só é preciso abrir os ouvidos, governo. 

 


 

Garon Piceli sempre foi contador de histórias, desde criança. No começo as inventava, mas logo passou a se interessar e comentar sobre atualidade e política local. Depois de quase um ano na faculdade de medicina decidiu partir para o jornalismo, sua grande paixão. Hoje é membro da redação do Clickfoz e vai usar este espaço para comentar sobre os principais assuntos da semana.