O secretário do Trabalho, Emprego e Promoção Social, Tércio Albuquerque, tomou posse oficial durante cerimônia de transferência de cargo na tarde de terça-feira (20). Além do secretário, também foi empossado o novo diretor-geral da Secretaria, Sidnei Ferreira.
Em seu discurso, Albuquerque afirmou que o relacionamento que mantém com o governador Orlando Pessuti vem de muito tempo, ainda quando usavam a tribuna da Assembleia Legislativa para defender os interesses do povo do Paraná. “Os caminhos da política nos uniu para caminharmos juntos novamente”.
Tércio Albuquerque – O novo secretário é ex-delegado do Trabalho e foi coordenador do Procon-PR de 1999 a 2001. Ele também foi deputado estadual por duas vezes, prefeito e presidente da Câmara de Vereadores de Foz do Iguaçu, diretor da Itaipu Binacional e da Eletrosul.
O secretário garantiu que assume o cargo ciente que a Secretaria reforça a posição do Governo do Estado na atenção preferencial à população menos favorecida, apoiando a agricultura familiar, o microcrédito, defendendo e estimulando as associações e cooperativas de economia solidária e permitindo o acesso à alimentação de qualidade.
“Nossas ações devem buscar o desenvolvimento econômico sustentável, o combate à fome, à miséria e aos demais efeitos da exclusão social, com programas e ações que promovam cidadania e qualidade de vida”, adiantou ele.
O secretário também divulgou o anteprojeto de um Programa que oferecerá mais três oportunidades ao trabalhador: Qualificação para a mão de obra no comércio e na indústria voltada para o desenvolvimento social; reintegração do desempregado, por meio de sua reinserção no mercado de trabalho; e o teste vocacional gratuito com o objetivo de encaminhar o adolescente e o jovem que termina o ensino médio para qualificar-se na atividade que ele sinta-se realizado profissionalmente.
“A ideia partiu de minha mulher, professora Rosana, e significa economia de recursos do Governo, porque hoje a pessoa faz até três cursos para descobrir com qual tipo de serviço se identifica; ganhos para o empregado, que com isso não perde tempo e pode investir na atividade que gosta e sabe fazer, ou seja, naquela para qual tem vocação; e ganha também o empregador, que recebe um trabalhador com aptidão correta”, conta.


