| Foto: Garon Piceli |
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| Momento em que Cadu entra na sala de audiências |
Na pauta da primeira audiência do caso Glauco foram intimadas as testemunhas de acusação e defesa, os informantes. Além da interrogação do acusado Carlos Eduardo Sundfeld, o Cadu. No material entregue à imprensa o Juiz Mateus de Freitas Cavalcanti afirma que as demais testemunhas do caso já foram ouvidas através de cartas precatórias expedidas para diversas cidades brasileiras nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Goiás e Paraná.
Cadu foi denunciado na 3ª Vara Criminal de Foz do Iguaçu por resistência, tentativa de homicídio, porte de arma de fogo de uso permitido, roubo, constrangimento ilegal, violação de domicilio, tortura e homicídio consumado.
Durante a audiência não foi permitida a presença da imprensa e realização de entrevistas.
Entenda o caso – Cadu confessou ter assassinado o cartunista, de 53 anos, e seu filho Raoni, de 25, a tiros no dia 12 de março em Osasco, na Grande São Paulo. Dois dias depois, o jovem foi detido em Foz do Iguaçu ao tentar cruzar a fronteira com o Paraguai. Na ocasião, ele trocou tiros com policiais rodoviários federais, ferindo um deles.
Em novembro de 2010, um laudo de sanidade mental feito por psiquiatras e psicólogos de Curitiba classificou Cadu como inimputável, ou seja, não pode responder por seus atos perante a Justiça. No mês seguinte, Cadu foi transferido da Penitenciária Federal de Catanduvas para um Hospital Psiquiátrico.



