| Foto: Assessoria |
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| Alto número de animais de estimação abandonados preocupa redes de proteção |
A audiência acontecerá no dia 14 de setembro, a partir das 19 horas. O objetivo é debater uma solução para superpopulação de animais que deveria ser de estimação, mas estão abandonados e oferecem risco à saúde pública, como por exemplo, contágio de raiva. O aumento dos animais de rua tem preocupado integrantes das redes de proteção animal.
O presidente da Câmara, Edílio Dall´Agnoll, afirmou que a grande população de cães e gatos abandonados nas ruas de Foz do Iguaçu, significa uma ameaça à saúde pública da população e um problema ambiental e, por isso, entrou com requerimento para a realização do encontro.
Ele lembra que há dois anos, o Centro de Controle de Zoonoses – CCZ – suspendeu a captura de animais domésticos nas ruas de Foz do Iguaçu, e que o recolhimento pela carrocinha só acontece quando os animais apresentam algum tipo de doença transmissível e risco à saúde pública.
Quando recolhidos pelo CCZ, nessa condição, os cães e gatos são sacrificados. Mas o extermínio de cães e gatos também tem gerado polêmica entre a sociedade que defende a vida animal e o incentivo a adoção desses filhotes de rua.
Edílio explica que existe uma legislação municipal – Lei nº 2.335, de 28/09/2000 – estabelece a disciplina legal para a propriedade, a posse, o transporte e a guarda responsável de cães, porém não prevê a disponibilidade de vacinas de esterilização de cães para controle de natalidade animal.
Na audiência serão discutidas questões sobre quem deve arcar com as despesas da vacinação para esterilização e qual a solução para impedir o crescimento da população animal solta nas ruas de Foz do Iguaçu. Parte dos defensores dessa tese afirma que a responsabilidade é do dono do animal, o que suscita outros questionamentos como a punição àqueles que abandonam cães e gatos.



