A série de reportagens Nanbiquara volta segunda-feria (23)

Na estréia da segunda temporada Luiz Henrique Dias – colunista do Clickfoz – fala sobre seus projetos teatrais, a contradição de ser professor de Química e Dramaturgia, o que ele espera do teatro, suas referências literárias e seu cotidiano.

O objetivo da Nanbiquara é apresentar os artistas à cidade, muitas vezes os vemos atuando, observamos exposições, lemos seus contos, mas não sabemos quem são essas pessoas que produzem tanto por Foz do Iguaçu. A Nanbiquara está desvendando a cultura da cidade e documentando as histórias.

Já foram nove entrevistados, de escritores a grafiteiros, passando por atores, diretores, cineastas e dramaturgos. Primeiro foi a escritora Jeane Hanauer, em seguida o diretor de teatro e produtor Beto Virgínio, a bailarina de Dança do Ventre Shádia Scherer que revelou o segredo da dança.

 

Mirá Rocha – a primeira atriz com DRT da cidade – e esposa de Virgínio, um cineasta que vive longe,numa pequena chácara na Av. das Cataratas, aos 63 anos Acir Kochmanski já tem mais de 4 filmes próprios. Depois conversamos com Juca Rodrigues, ator e produtor; encontramos o elo de Cláudia Ribeiro – atriz por essência – e Max Carvalho, professor que virou ator para entender o universo da namorada.

Em meio ao tradicional Café com Teatro, entrevistamos Fabiane Colling, atriz, jornalista e auxiliar administrativo. E para terminar, nos encantamos com a arte colorida do grafiteiro Lalan Bessoni.

 

Cada entrevista foi uma história inusitada e fascinante. Uma vida dedicada à arte, a produzir cultura, cada um ao seu modo, mas todos com o mesmo objetivo. Pessoas que vivem como as outras, fazem compras no supermercado, passeiam no parque, pagam contas no banco, tudo exatamente igual, porém fazem da arte seu elixir da vida.