Em Foz do Iguaçu, professores de educação especial participam de encontro

Professores que atuam na área de educação especial, nas escolas municipais de Foz do Iguaçu, participam na sexta-feira (18), de um encontro para debater assuntos da área. Os temas escolhidos são autismo e dislexia. As reuniões serão realizadas por região.
No horário da manhã será nas escolas municipais, João Adão da Silva, no Três Lagoas, e Jorge Amado, na Cidade Nova. À tarde será na Parigot de Souza, na área central e Carlos Gomes, Campos do Iguaçu.

 

Os temas são escolhidos pelos professores que lecionam para as turmas especiais e serão coordenados pelas pedagogas do Departamento de Educação Especial, da Secretaria Municipal da Educação. Atualmente cerca de 1.500 alunos dessa área frequentam o ensino regular.

 

São estudantes que têm autismo, síndrome de down, cegos, cadeirantes, apresentam transtornos globais de desenvolvimento e também crianças superdotadas.

 

São cerca de 450 alunos em classes especiais e 1.050 que tem atendimento em salas de recursos. Tudo feito por 141 professores especializados, com formação em educação especial. O ensino é realizado de acordo com a necessidade de cada estudante com atividades diferenciadas que incluem vídeos, jogos pedagógicos, brincadeiras lúdicas, caça palavras, entre outros.

 

Nos encontros que ocorrem a cada dois meses, os professores usam o dia da hora atividade para se reunir. Eles participam trocam experiências, compartilham casos de alunos que precisam ser discutidos para se buscar uma solução. Os professores também aproveitam a oportunidade para mostrar materiais que são usados no aprendizado dos alunos.

 

O município conta com dois tipos de salas de recursos. Um específico voltado para alunos cegos, que funciona na Escola Municipal Ponte da Amizade. É o Centro de Atendimento Especializado aos Deficientes Visuais (CAEDV), que conta com cerca de 50 alunos, que recebem atendimento individualizado.

 

As outras escolas possuem sala multifuncional do tipo 1 equipadas com microcomputador, lupa eletrônica, scanner, impressora a laser, bandinha rítmica, dominó, memória de numerais, tapete quebra cabeça, TV de 32 polegadas, sacolão criativo, quebra cabeças sobrepostos, além de mobiliários como mesas, armários e cadeiras.

 

O atendimento é individual ou em grupos organizados por faixa etária ou de acordo com as necessidades e dificuldades de aprendizagem de cada aluno. As salas de recursos são montadas em escolas que ficam em pontos estratégicos nas diversas regiões da cidade. O objetivo é atender não só os estudantes dessas unidades, mas também das escolas que ficam próximas.