De acordo com Cristina Delgado, presidente do Sindicato dos Bancários de Foz do Iguaçu e região, a expectativa é que amanhã (20), bancários de outros dois bancos privados cruzem os braços e reforcem o movimento. “Estamos na dependência do governo. No dia 4 de setembro, a rodada de negociação foi suspensa e depois disso nada mais nos foi apresentado”, destacou ao Clickfoz.
Grande parte dos serviços – como pagamentos, saques, transferências e depósitos – pode ser feita nos caixas eletrônicos, em lotéricas e agências dos Correios, pela internet ou pelo telefone. Na última paralisação da categoria, no ano passado, aproximadamente 10 mil agências bancárias ficaram fechadas em todo o país.
Reivindicações
Os trabalhadores em greve pedem correção de rendimentos com base no piso salarial proposto pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) – de R$ 2,4 mil, R$ 1 mil a mais do que a base da categoria recebe atualmente -, maior participação nos lucros e nos resultados dos bancos, plano de cargos e salários, elevação do valor de benefícios, fim da rotatividade de mão de obra e mais segurança nos locais de trabalho.


