O chefe do Gabinete Civil da Presidência, Miguel López Perito, disse no Palácio do Governo na segunda (26) que os responsáveis pela operação militar, no estado de Exceção, estão operando para assegurar maiores condições de segurança na região de Pedro Juan Caballero, província de Amambay. “Ouve boatos que a região poderia sofrer um atentado por narcotraficantes”, disse.
Porém a imprensa local disse que não é só a região onde está se armando a operação que necessita de intervenção militar, outros quatro departamentos também necessitam de cuidados. Perito debateu que “nesse momento estamos priorizando neutralizar esse local. Para depois olhar uma operação mais complexa. Mas não esperemos que toda a criminalidade que foi infiltrada durante décadas neste país seja liquidada em 30 dias”.
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Sobre o tempo que levará para capturar as principais cabeças do Exercito do Povo Paraguaio (EPP), o secretário de Estado se manifestou que “este não pode ser um jogo eletrônico, onde decidimos por um tempo. É uma operação que requer inteligência, trabalho de inteligência, que necessita de apoio de várias forças, coordenação, é uma operação de risco e complexa”, finalizou.
Perito ainda comentou sobre a mudança da lei 1.337 de Segurança Pública que permita que os militares possam operar com mais força neste tipo de situação.


