Na sexta-feira, 27, várias autoridades e representantes do Conselho Tutelar e da Vara da Infância e da Juventude de Foz do Iguaçu acompanharam o lançamento do Plano Estadual de Enfrentamento à Violência Contra Crianças e Adolescentes.
A presidente Estadual do Provopar e secretária de Estado da Família e Desenvolvimento Social, Fernanda Richa, veio à cidade divulgar as ações. A primeira dama do Estado também apresentou a campanha “Doe sua Voz”, que incentiva os moradores a denunciar os casos de agressão envolvendo menores de idade. “Colocamos à disposição da comunidade dois números de telefone para denúncias: o 100 e o 181, não precisa se identificar. É um instrumento importante para mapear esses casos e criar políticas públicas de enfrentamento”, disse a primeira dama. Durante o discurso, Fernanda Richa criticou a falta de estrutura do Conselho Tutelar de Foz do Iguaçu. “A cidade tem apenas um Conselho, o ideal seriam três Conselhos Tutelares para atender aos casos envolvendo Crianças e adolescentes”.
| Foto: Divulgação Câmara |
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| O presidente da Câmara de Vereadores de Foz, Edílio Dall´Agnol, prestigiou o evento e se colocou à disposição da secretária para divulgar e apoiar as ações na fronteira |
Foz do Iguaçu tem apenas um Conselho Tutelar, o ideal seriam três
Durante a cerimônia, foi distribuída a cartilha do Programa de Enfrentamento à Violência Infantil. O governo do estado pretende implantar o turno integral nas escolas e capacitar os técnicos para tratar dessa problemática. O programa prevê parcerias com o Ministério Público, Vara da Infância e da Juventude e prefeituras. O presidente da Câmara de Vereadores de Foz, Edílio Dall´Agnol, prestigiou o evento e se colocou à disposição da secretária para divulgar e apoiar as ações na fronteira. “É importante a presença da primeira dama em Foz para conhecer a realidade das nossas crianças e, dessa forma, aproximar o governo do estado das ações do município”, afirmou Edílio.
O vereador também lamentou o caso registrado pelo Conselho Tutelar na quinta-feira em Foz do Iguaçu, quando uma mãe foi presa depois de bater na filha de 9 anos de idade com uma mangueira. A denúncia partiu de vizinhos, revoltados com o abuso. “A situação registrada no bairro Cidade Nova choca, não podemos permitir que esse tipo de agressão continue acontecendo dentro dos lares e colocando crianças em risco. A família precisa ser estruturada”, finalizou Edílio.



