Nesta edição, além de trazer os melhores eventos dos três países, matérias especiais sobre temas que envolvem a população iguaçuense, e o caderno bimestral Viver Iguassu, a revista inova com a editoria “E de Estilo”, que a partir da edição 70, trará todo mês um homem e uma mulher referência em profissionalismo no município. Os primeiros convidados foram, Dr. Faisal Mahmoud Ismail, ortodontista e Flávia Boff, arquiteta e empresária. Através deste espaço, leitores podem conhecer o lado pessoal, de pessoas que são conhecidas profissionalmente, na Terra das Cataratas.
A capa da 100 Fronteiras de julho estampa o sucesso dos 25 anos da Botica Ouro Preto. Tradição e qualidade dos medicamentos fazem parte da singularidade do serviço oferecido pela empresa. A empresária e farmacêutica Rita de Cássia conta a história da farmácia de manipulação.
Conteúdo – A capa dupla desta edição é voltada ao público que gosta de viajar, e faz dessa ferramenta uma oportunidade de aprendizado e trabalho. A diretora da Intercultural de Foz do Iguaçu, Gabriela Fellini conta quais são os destinos mais escolhidos por iguaçuenses, a idade adequada para realizar um curso no exterior. Depoimentos de pessoas que já realizaram o intercâmbio fazem com que iguaçuenses conheçam os serviços oferecidos pela Intercultural.
No quadro, Memórias, o pioneiro, Francisco Mota, fundador do sindicato dos taxistas, e precursor da doutrina Espírita em Foz do Iguaçu, relata as experiências no município, desde sua chegada em 1948. Com grandes feitos, Francisco também ocupou inúmeros cargos, e explica passo a passo das dificuldades encontradas na época.
A necessidade de um Teatro Municipal para Foz, também foi um dos temas abordados na edição 70, e que trouxeram grandes resultados. Pesquisamos 108 pessoas, com opiniões e costumes diferentes, para saber a opinião da população quanto à inexistência de um teatro. Os dados foram surpreendentes, e prometem surpreender a população.
A utopia de um teatro também passa pela necessidade de uma ciclovia. Um grupo de ciclistas, teve a iniciativa de exigir uma ciclovia, através de um abaixo assinado, o grupo tenta colher cinco mil assinaturas, e apresentar ao poder público, como requerimento de um espaço destinado a esta atividade. Este grupo também ganhou espaço e o apoio da 100 Fronteiras.


